domingo, 19 de janeiro de 2014

O Cuquedo em À-dos-Bispos

Com o recomeço das atividades letivas e depois das bibliotecas do Bom Retiro e do Bairro do Paraíso já estarem a funcionar, chegou a vez de dar apoio à Escola EB1 de À-dos-Bispos. 
Esta escola não possui uma biblioteca integrada na Rede de Bibliotecas Escolares, é apoiada pela Biblioteca Itinerante da Biblioteca Municipal e, pontualmente, pela professor bibliotecário.
Assim, na manhã do passado dia 15 de janeiro, foi desenvolvida a atividade de animação da leitura a partir do livro o Cuquedo.
A história foi apresentada e lida aos alunos do primeiro ano que depois a representaram aos colegas dos outros três anos.
Foi um pedaço da manhã bem divertido que fez perceber como os livros podem ser bem divertidos.
Eis algumas fotos da atividade.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Tradições e lendas de Natal - XIII

Dia de Reis


Esta tradição é muito antiga e tem uma explicação muito importante. Na realidade não sabemos se foram reis, mas a referência é também a magos, isto é, sábios
Quando entre os judeus, depois da ressurreição de Jesus, se pensava que Ele teria vindo apenas para os judeus e a salvação seria só para eles, outros, entre os quais S. Paulo, afirmavam que não. A salvação era para todos, pobres e ricos, judeus e estrangeiros. Então, na recriação de como teria sido o nascimento de Jesus e quais os acontecimentos que teriam sucedido por essa ocasião, foi-se dizendo que Jesus foi primeiro visitado pelos pastores, gente pobre e da terra, que ofereceu coisas simples e essenciais para a sobrevivência: comida e agasalhos, mas depois foi também visitado por estrangeiros cultos e ricos que lhe ofereceram presentes condizentes com esse estatuto. Desta forma, ficava demonstrado que desde o seu nascimento, Jesus veio para  todos: judeus e estrangeiros, pobres e simples, ricos e sábios.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Tradições e lendas de Natal - XII

Porque se veste o Pai Natal de vermelho e branco?


Ao contrário do que possa parecer, esta é uma tradição muito recente.
Antigamente, o Pai Natal era vestido das formas mais variadas. Ou usava fatos com cores muito garridas ou aparecia vestido de couro e de peles. Na cabeça era habitual ver-se uma coroa de azevinho, um barrete ou um chapéu em forma de cone. Mas a sua figura nunca foi representada de uma forma muito caraterística que o tornasse inconfundível. 
Em 1931, nas sua campanha publicitária de inverno, a Coca-Cola decidiu utilizar a figura de São Nicolau com uma roupa especial para promover a sua bebida. Foi contratado um artista americano para representar o bondoso bispo, ao qual vestiram um fato vermelho, de calças e túnica e, na cabeça, foi colocado um barrete também vermelho, debruado a pele branca e com um pompom na ponta.
Foram escolhidas estas duas cores porque eram as mesmas com que a Coca-Cola era vendida. Assim, este novo Pai Natal, com ar carinhoso e prazenteiro, aparecia com uma garrafa de Coca-Cola na mão, fazendo esquecer a anterior figura do Pai Natal, às vezes com um ar pouco limpo, com uma garrafa de vinho na mão e cambaleando de festa em festa.
Esta campanha passou por todo o mundo e alcançou grande sucesso, tornando a figura do Pai Natal, vestido de vermelho e branco, com uma longa barba e ar simpático, numa figura caraterística como a conhecemos hoje.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Tradições e lendas de Natal - XI

Quem foi São Nicolau?


Nicolau foi um bondoso bispo que nasceu em 280 d.C. na cidade de Myra, na Turquia, e morreu a 6 de dezembro de 345, na mesma cidade. O seu corpo foi, mais tarde, levado para Bari, na Itália, onde todos os anos, a 9 de maio, lhe é dedicado um festival.
Nicolau salvou muita gente da fome e teve sempre um carinho muito especial pelas crianças, o que o levou a fundar um orfanato.
Chegou a ser aprisionado pelo Império Romano, no tempo das perseguições dos cristãos, sendo mais tarde libertado pelo imperador Constantino, que se converteu ao cristianismo.
Nicolau foi ainda o pretetor dos marinheiros, ladrões e mendigos. Os marinheiros de Bari trouxeram os seus restos mortais de Myra para a sua cidade para que ficasse protegido dos invasores.
A Holanda foi o país que mais o festejou, pois consta que foram barcos holandeses que levaram as primeiras notícias dele para o norte da europa. O seu nome em holandês era Sinter Klaas.

Quando a sua fama chegou à América, a pronúncia do seu nome foi americanizada para Santa Claus. Nessa altura a sua popularidade já percorria o mundo. As crianças pediam-lhe presentes com antecedência, para que ele os pudesse entregar na véspera de Natal e a sua figura elegante passou a ser representada como um homem gorducho, bem disposto e generoso.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Tradições e lendas de Natal X

Meias e sapatos


Pensa-se que a tradição de pendurar meias ou colocar o sapatinho na chaminé terá vindo de Amsterdão, cidade onde as crianças tinham o costume de deixar os sapatos à porta, na véspera do dia de São Nicolau, para que este os enchesse de presentes.
Conta-se que São Nicolau teve conhecimento de que três raparigas pobres, em idade de casar, não o podiam fazer por não terem dinheiro. Então, durante a noite para não ser visto, atirou moedas de oiro pela chaminé das raparigas, as quais foram cair dentro das meias que elas tinham posto a secar junto do fogo.
Daí surgiu a tradição de se colocar a meia ou o sapatinho na chaminé, para que na manhã do dia de Natal neles fossem encontrados os presentes.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Tradições e Lendas de Natal IX

A Missa da Meia-noite (Missa do Galo)


Conta a tradição que a Missa da Meia-noite recebeu o nome de Missa do Galo nos países do sul da europa, nomeadamente em Portugal e Espanha, porque na noite em que Jesus nasceu um galo cantou exatamente à meia-noite e essa foi a única vez.
Por outro lado, a missa pode ter recebido esse nome porque as pessoas regressavam a suas casas, depois da missa, e já era madrugada, hora dos galos cantarem.
Esta missa ter-se-á iniciado por volta do ano 400.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Tradições e lendas de Natal VIII

Sinos e campainhas

 

Antigamente pensava-se que o barulho das campainhas e dos sinos afastava os maus espíritos. Parte desse ritual manteve-se, embora o sentido tenha mudado. 

O repicar dos sinos nas festas religiosas, no Natal por exemplo, significa alegria, neste caso, do nascimento de Jesus.

Os sinos também tocam para chamar as pessoas a reunirem-se e no Natal é para festejarem e louvarem Jesus.